quarta-feira, 25 de junho de 2008

Associação Internacional do Teatro do Oprimido

"A AITO é uma organização que coordena e promove o desenvolvimento do Teatro do Oprimido em todo o mundo, de acordo com os princípios e os objetivos desta Declaração.

18. A AITO cumpre este objetivo inter-relacionando os praticantes do Teatro do Oprimido em uma rede mundial, promovendo a troca entre eles, e o seu desenvolvimento metodológico; facilitando o treinamento e a multiplicação das técnicas existentes; concebendo e executando projetos em escala mundial; estimulando a criação local de Centros do Teatro do Oprimido (CTOs); promovendo e criando condições de trabalho para os CTOs e os seus praticantes, e criando um ponto de encontro internacional na Internet.

19. A AITO tem os mesmos princípios e objetivos humanísticos e democráticos do Teatro do Oprimido, e vai incorporar todas as contribuições de todos aqueles que trabalharem dentro desta Declaração de Princípios.

20. A AITO entende que todos aqueles que trabalham usando as várias técnicas do Teatro do Oprimido, subscrevem esta mesma Declaração de Princípios."

In Declaração de Princípios da AITO


Para a PELE, mais concretamente para o NTO-Porto é uma satisfação e um estímulo a integração na AITO

AITO

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Núcleo Teatro do Oprimido, NTO - Porto em Coimbra



No dia 13 de Junho de 2008 pelas 21h30 no Polo A da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra integrado no projecto (O)Usar e Ser Laço Branco - um não à violência entre os pares.


Teatro-Fórum "O que é que tu queres mais?" no âmbito da prevenção da violência doméstica.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Núcleo de Teatro do Oprimido - Porto no Algarve

30 e 31 de Maio de 2008 pelas 17h30m em Lagoa integrado na Feira da Cidadania

Teatro-Fórum "O que é que tu queres mais?" no âmbito da prevenção da violência doméstica

Reportagem


quinta-feira, 17 de abril de 2008

WORKSHOP BUTOH


INSCRIÇÕES ATÉ 16 DE MAIO
DURAÇÃO 20 Horas
23 [18h - 22h] 24 [10h-13h e 14h-19h] 25 [10h-13h e 14h-19h] Maio 2008
Local - Esmae - Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo
Rua da Alegria 503 Porto


BUTOH

Criado no Japão por Kazuo Ohno e Tatsumi Hijikata no final dos anos 50, o Butoh evoluiu como uma arte radical e continua a ser uma das correntes com maior vitalidade no panorama artístico contemporâneo, com uma influência crescente nas artes performativas ocidentais.
Para lá da sua especificidade japonesa, o Butoh tem um conteúdo universal que, mais do que uma técnica formal ou estilo académico, tende a articular a linguagem do corpo como um todo, originando expressões diferentes segundo cada indivíduo e cada cultura. Assim, aliando a lentidão a um rigor físico, o Butoh é informal, pessoal e livre.
O workshop consistirá numa breve apresentação dos princípios fundamentais do movimento Butoh: origem e contexto histórico, estética, processo criativo e influências ocidentais.

FORMADORA - MARIA REIS LIMA
Mestre em Dança pela Universidade de Paris IV-Sorbonne. Estudou diversas técnicas de Dança Moderna, Afro-Brasileira e Butoh na Europa, E.U.A. e Japão, onde realizou um estudo aprofundado de dança Butoh com o mestre Kazuo Ohno e estudou teatro Nô nas escolas Kanze e Kita. Pratica Kinomichi, A Via da Energia, desde 1987 com o mestre Masamichi Noro, no Centro Internacional de Paris. Tem exercido a sua actividade no país e no estrangeiro como intérprete, coreógrafa, docente e investigadora.



segunda-feira, 24 de março de 2008

NÚCLEO DE TEATRO DO OPRIMIDO (NTO - PORTO)

O Teatro do Oprimido surgiu no Brasil nos anos 60 pela mão do teatrólogo Augusto Boal e é um método com várias técnicas, nomeadamente, o teatro-fórum, teatro-imagem, teatro invisível, teatro legislativo, entre outras.

Este método sistematiza exercícios, jogos e técnicas teatrais com o objectivo da desmecanização física e intelectual dos participantes permitindo o “ensaio” de alternativas para situações da vida quotidiana. Desta forma, o TO procura criar condições práticas para que o indivíduo se aproprie dos meios de produzir teatro ampliando as suas possibilidades de expressão. Uma característica fundamental do TO é estabelecer uma comunicação directa, activa e participada entre espectadores e actores. Boal fala mesmo do “espect-actor”, remetendo para a ideia de o individuo poder alternar entre fases de espectador da acção e de actor dessa mesma acção “exercitando-se para a acção na vida real e tomando conhecimento das possíveis consequências das suas acções”.

Esta é uma das ferramentas de intervenção privilegiadas da PELE, nomeadamente através do seu Núcleo de Teatro do Oprimido (NTO-Porto)